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Aquele;

'Era preciso tentar escrever sempre, não esperar um momento melhor porque este simplesmente não vinha'

 

” Here’s to the crazy ones. The misfits. The rebels. The troublemakers. The round pegs in the square holes.

The ones who see things differently. They’re not fond of rules. And they have no respect for the status quo. You can quote them, disagree with them, glorify or vilify them.

About the only thing you can’t do is ignore them. Because they change things. They invent. They imagine. They heal. They explore. They create. They inspire. They push the human race forward.

Maybe they have to be crazy.

How else can you stare at an empty canvas and see a work of art? Or sit in silence and hear a song that’s never been written? Or gaze at a red planet and see a laboratory on wheels?

We make tools for these kinds of people.

While some see them as the crazy ones, we see genius. Because the people who are crazy enough to think they can change the world, are the ones who do.”

 

 

 

 

#RIPSteveJobs

- ‘What are you drawing?’

- ‘I’m drawing a picture of God’

- But nobody knows what God looks like.

- They will in a minute.

Quite interesting video about how children loose criativity while thay get educated in the current educational system.

Steven Robinson also went to TED.

 

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E se as lágrimas forem de dor…
E se a dor for de saudade…
E se a saudade for de matar…
Te digo: vou voltar.

Semana passada, ao reler a introdução do livro do Marshall Bermann “Tudo o que é sólido desmancha no ar – A aventura na modernidade” para estudar modernidade, fui me dando conta que a letra de “Velha Roupa Colorida” (magnificamente interpretada pela Elis) encaixa bastante com toda essa ideia.

O novo, o rápido, o que nem vemos passar. Absorvemos contradições, superamos pressões e nos moldamos à distorções tão rápido como nunca se pensou possível. Existe, smepre e nunca, uma desconcertante abundância de possibilidades em nossas mãos. E o que fazemos com elas?

“As novas relações se tornam antiquadas antes que possam se ossificar”

E, como bem pontuara Pessoa:

Eu amo tudo o que foi,
Tudo o que já não é,
A dor que já não me dói,
A antiga e errônea Fé.
O ontem que dor deixou,
O que deixou alegria,
Só porque foi e voou
E hoje já é outro dia.

Mas antes de deixar Elis cantar…

Tudo já ficou pra trás?
O passado nunca mais?
Blackbird, o que se faz?

A porta continua entreaberta…
Às vezes bate um vento forte, e sem que precise mexer na maçaneta, o trinco se encaixa: a porta bate e fecha.
Mas com algum tempo, o vento bate do outro lado e reabre a porta, ainda sem escancará-la, mas fazendo com que a brisa quase intermitente gere uma alternância entre porta encostada e entreaberta.
E assim segue: vento-bate-fecha-vento-entreabre-encosta-vento-bate-fecha-vento-entreabre-encosta.

A chave? Passou perto, encaixou na fechadura e não trancou.

E da minha não-poesia tiro não-conclusões. Apenas reflexões, fazendo internalizar cada vez mais tudo aquilo que me incomoda por não encontrar respostas, mas que alimenta minh’alma, deixando ainda mais saudável uma mente que para tantos aspectos saudável não será.

Canso de não te ver

Canso antes de não te achar

E de só procurar saber se um dia vou esquecer

Já que não esqueço,

Já que não acho,

Já que não vejo.

He said it, she knew, to be contradicted. His bright, proud eye spoke the happy conviction that he was nice; and Anne Elliot was not out of his thoughts, when he more seriously described the woman he should wish to meet with. “A strong mind, with sweetness of manner,” made the first and the last of description.

“This is the woman I want,” said he. “Something a little inferior I shall of course put up with, but it must not be much. If I am a fool, I shall be a fool indeed, for I have thought on the subject more than most men.”

[Extracted form Chapter VII of Persuasion by Jane Austen]

- Les regards autour son sur vous. Je ne peux pas voir votre visage mais le regards parlent…

- Il ne disent rien sur vous.

- Hélas! J’était le centre avant que tu ne viennes.

- Rassure-toi. Je vais partir.

- Non, ne bouge pas! Le stress gronde dehors. Ici, il s’assied. C’est mieux.

- Le ciel est etoilé vaste claire et paisable. C’est une magnifique nuit. Seule sur le toit de son immeuble, Eda est installée sur une chaise longue. Des notes de piano cristalinnes.

- Je pars.

-|-

-Os olhares estão sobre você. Não posso ver seu rosto, mas os olhares falam.

- Eles não dizem nada sobre você.

-Antes de você chegar eu que era o centro.

-Eu te asseguro: vou partir.

-Não! Não se mexa. Lá fora é barulhento. Aqui, sentados, é melhor.

-Vou partir.

Palavra seca

Palavra molhada

Palavra pensada.

Areia peneirada.

Água filtrada.

Alma viajada.

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